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Revista PUCMINAS
ESTUDE NA PUC
Orquestra Jazz Sinfônica se apresenta no campus da PUC
Orquestra Jazz Sinfônica se apresenta no campus da PUC

18/06/2009

Já são três anos de ensaios e apresentações em vários lugares da cidade. Na PUC a sensação de ansiedade e expectativa não foi diferente. Para se apresentar na Universidade a Orquestra Jazz Sinfônica Escola Municipal Maria Ovídia Junqueira preparou quatro músicas de consagrados compositores da música erudita. Foram elas: Primavera, de Vivaldi; Over the Rainbow, de Arnold Arlen; Andantino, de Mozart e Gavotte, de Nicolas Chédeville. A apresentação da Orquestra no prédio I do campus foi promovida pela Coordenação de Extensão em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e contou com cerca de 45 alunos de oito a 14 anos. Os instrumentos tocados foram violino, flauta e teclado: “O objetivo principal é aproximar as manifestações culturais que a cidade tem e muitas vezes são pouco conhecidas e exploradas, como no caso da Orquestra Sinfônica. É importante aproximar a sociedade da Universidade e vice-versa, trazer os trabalhos e anseios da comunidade para o nosso campus”, conta a Coordenadora de Extensão da PUC Minas em Poços de Caldas, Teresa Cristina Alvisi. O Projeto da Orquestra é vinculado ao Conservatório Musical de Poços de Caldas e surgiu em 2006 com patrocínio de uma empresa privada do município. Depois do primeiro passo crianças e adolescentes não pararam mais. Os ensaios são semanais e a cada dia aumenta a sensação de estar em contato direto com a música: “É extremamente importante para a formação da criança. Desperta, entre outras coisas, a atenção, coordenação motora e facilidade de ler a partitura. Acho que a música tem o poder de transformar”, relata o jovem regente da orquestra Israel Cristiano Angeli. Alexandre Chagas de Souza Filho é flautista da orquestra desde os 12 anos. Hoje, aos 15, cultiva constantemente a paixão pela música erudita tocando também na igreja que freqüenta: “Geralmente os jovens querem tocar guitarra, bateria, mas eu sempre fui interessado em música erudita. Foi aí que resolvi tocar um instrumento mais clássico. Poder tocar é maravilhoso, traz uma sensação única”.